Essas criaturas maravilhosas

Uma mania chata que algumas mulheres têm é a de querer provar, a todo custo que são melhores do que os homens. Bobagem! Mal sabem estas mulheres que elas já são melhores só pelo fato de terem nascido sem um pênis e um saco pendurados entre as pernas… Ainda assim, essas mulheres insistem em querer provar que têm mais “colhões” do que os homens – como se fossem os colhões que caracterizassem 100% os homens. Outra grande bobagem! Conheço muitos homens que possuem verdadeiras bolas de boliche e que, no entanto, acovardam na primeira oportunidade que têm de mostrar o mínimo de dignidade masculina. Por outro lado, conheço outros que quase nasceram eunucos, mas que são homens com “H” maiúsculo. Mas isso agora não vem ao caso. Meu foco nesse texto são as mulheres… ou pelo menos um certo tipo delas (há tantos!).

Há aquelas que são irritantes; barraqueiras; mandonas; mimadas; egoístas; tagarelas; choronas; inseguras; detalhistas; frescas; sensuais; engraçadas; inteligentes; dramáticas; ou tudo isso e nada disso junto ao mesmo tempo e misturado.

Talvez por questões históricas e sociais, muitas mulheres acabaram desenvolvendo um grande complexo de inferioridade que, por negação desse fato, acabam entrando nessa fissura de igualdade (ou até mesmo superioridade) entre os sexos – lembram dos sutiãs queimados em praça pública nos anos de 1920? Pois é por aí. O fato é que este complexo acaba se manifestando das formas mais adversas possíveis – umas acabam se entregando às suas tendências naturais e assumem seu lado lésbico, outras passam a se relacionar com homens mais novos, mais feios, mais pobres ou até mais burros, só para que as outras pessoas tenham uma visão comparativa do casal, do tipo: “Olha, a Fulana é quem manda no relacionamento. O namorado come na mão dela. Dança conforme a música dela. Reza na cartilha dela”… Muitas passam anos vivendo infelizes e sendo mal comidas por esses sujeitos fracos em troca de uma pseudo-segurança, de um pseudo-controle.

Sim, talvez muitas mulheres se sintam felizes assim. Mas grande parte delas só consegue mostrar suas carências, medos e inseguranças.

Eu não sou psicólogo e nem quero aqui generalizar os casos. O certo é que ultimamente é perceptível no cotidiano esse tipo de comportamento.

Também não faço julgamentos. Mas se eu pudesse dar um conselho a essas mulheres tão “modernas”, eu diria: “Minhas queridas, deixem seus medos de lado e ousem mais! Aproveitem vossa mocidade e usem seus corpos e mentes para o prazer (seguro) e a satisfação plena de seus mais ardentes desejos! Parem de romantizar o mundo ao redor de vocês e aprendam a separar os sentidos dos sentimentos”! Acho que é por aí

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3 comentários sobre “Essas criaturas maravilhosas

  1. Taí um texto cheio de verdades, onde é possível vestir a carapuça com todas as linhas minuciosamente traçadas. Acredito que nós mulheres somos monstros e seres de tanta beleza que desconfiamos que algo está errado, talvez seja a soberba de imposições religiosas contidas no id, aparentes no ego, que se extrapolam no superego, Será que seríamos diferentes e mais seguras se acreditássemos que Deus é mulher?

    Quanto a carapuça… acho que vou trocar por aquelas cintas liga das mocinhas das ilustrações, achei muito fofas! Rsrsrs, as maiores mentiras que contamos é sem dúvida aquelas para nós mesmas. Adorei o post!
    Bj Mestre!

  2. Existem mulheres e molecas, eu prefiro a primeira opção. Sem distinção de sexo ou idade, procuro respeitar todas, acho que a única certeza sobre tantos tipos é: de otárias, eu só quero distância. Texto bacana, abraço meu velho!

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