O caminho do guerreiro

“A inatividade é a mãe da covardia, parasitismo e esterelidade. Em todos os dias de sua vida, supere e alcance!

Viva bem e morra bravamente.” (Irmandade de Odin)

Até quando você vai adiar seus sonhos; bater com a cabeça e crer que sua vida vai mudar sem que você precise fazer nada para que ela mude a seu favor?

Até quando você vai dizer para si mesmo aquelas velhas desculpas, por medo de saltar no magnífico abismo da vida? Até quando devemos esperar para realmente vivermos? Até quando precisaremos fazer o que não queremos, só para não decepcionar os outros, mesmo que os outros nos decepcionem na maioria das vezes?

Até que ponto gostar de alguém é sinônimo de possessividade? E haja perguntas!

Não podemos ignorar o poder de nossa vontade! Ela, sim, deveria ser soberana. Sempre! Mas nem sempre é assim, pois na maioria das vezes acabamos nos acovardando diante das conveniências do dia a dia. Se a vontade é suficientemente forte – se a força é

impressionante o suficiente – qualquer coisa que possa ser imaginada pode ser realizada.

Jamais seremos realmente livres enquanto levarmos nossas vidas em função dos outros (quem quer que sejam esses outros)!

Até quando você pretende manter seu “estilo de vida”? Até quando você vai nadar a favor da correnteza, por medo de enfrentá-la? Por que você não para um pouco para ouvir o que tem a dizer a sua voz interior, que grita por um pouco de sua atenção?

Por que querer a vontade dos outros, enquanto o seu querer é o que deveria prevalecer sempre? E haja perguntas!

Revolução! Esta deve ser a nossa postura diante do marasmo de nossas vidas medíocres.

Seus caminhos nem sempre serão de flores, até porque as flores têm seus espinhos. Mas é preciso caminhar por estes caminhos tortuosos. Existem muitas formas de coragem, mas a suprema forma da coragem é “um contra todos”.

É preciso ter ação e força. A ação precisa ser direta, descomplicada e forte. Enquanto a força é aquilo que excita a nossa natureza interior, promove o pensamento e a ousadia. Somos aquilo que honramos.

No caminho da vida, não temos do que nos arrepender. Arrependimento é para os fracos. O que precisamos é encarar e assumir nossos eventuais erros e torná-los nossos mestres, para não cairmos novamente (às vezes me lembro de meu pai, quando me ensinava a andar de bicicleta e dizia “levanta pra cair de novo!”, de lá pra cá venho caindo sempre e sempre me levantando).

Somos guerreiros de nossas próprias batalhas de vida. E quando um verdadeiro guerreiro dá um passo para trás, é apenas para pegar impulso e dar um pulo à frente.

 

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Um comentário sobre “O caminho do guerreiro

  1. A vida é cheia de tropeços mas, devemos fazer desses tropeços um estímulo,para não cairmos de verdade… A história da bicicleta é uma das primeiras lições de vida que aprendemos e não nos damos conta de quanto ela é importante ao longo da vida: “Se cair levante pra cair de novo e sucessivamente…” Bjão!!!

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